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AS 10 MARCAS MAIS COOL - ESTUDO SYNOVATE

AS 10 MARCAS MAIS COOL - PORTUGAL - ESTUDO SYNOVATE

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domingo, 23 de novembro de 2008

Outras visões de um mesmo mundo


Pois é caros amigos, não se enganem. Aqui têm um outro retrato deste nosso mundo. Para quem está habituado a ver a Europa no Centro das atenções, aqui fica uma outra sugestão. Impressionante dizem uns, chocante dirão outros...

Aqui está a imagem do nosso país, bem periférico... O gigante asiático toma conta de nós???

sábado, 22 de novembro de 2008

Adidas já é líder de mercado na China




A multinacional alemã adidas está a apostar forte no mercado chinês, como provam os recentes patrocínios dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Essa aposta já está a gerar grandes resultados para a marca.

Na verdade, a guerra travada em solo chinês para o aumento da quota de mercado das marcas é a mais dura de todos os mercados mundiais. No entanto, o ano de 2008 fica marcado como o ano em que a adidas atingue a liderança deste enorme mercado, não só pelo patrocínio aos Jogos mas também pela abertura de centenas de novas lojas no país.

Este ano a adidas lançou a maior campanha publicitária de sempre, estimada em cerca de 200 milhões de euros e cada cêntimo ficou amplamente pago.

No ano passado, o mercado chinês de Sportswear cresceu cerca de 40%, esperando-se que este ano, mesmo com a crise mundial, esta taxa de crescimento (pelo menos...) se mantenha. Desta forma, é imperioso que as grandes marcas invistam verdadeiras fortunas na luta por uma melhor posição no ranking.

Apesar de estar na China desde 1997, a adidas apenas este ano ultrapassou a sua arqui-rival Nike. Os seus 23% de quota de mercado representam uma vantagem de 2% face à marca norte-americana.

Um dos truques da marca europeia passou pela sua campanha publicitária dedicada aos JO. ao contrário da Nike, a adidas apresentou uma campanha onde apelava ao enorme sentimento de orgulho nacional dos Chineses.

No primeiro semestre deste ano a adidas registou um crescimento de 60% em solo chinês, prevendo-se que em 2010 as vendas da marca ascendam aos 1.000 milhões de euros. Actualmente conta com cerca de 4.500 lojas em 650 cidades.

Uma das grandes vitórias da marca alemã prende-se ainda com os seus níveis de notoriedade, em que a adidas também ultrapassou os seus rivais. Quando foi perguntado aos consumidores chineses qual era a sua marca preferida num desporto chave como o basquetebol (tradicionalmente ligado à Nike) a resposta foi... adidas, para surpresa dos investigadores e das marcas concorrentes.

Concluindo... IMPOSSIBLE IS NOTHING!!
Fonte: Portugal Têxtil

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Benetton vira a Oriente


A Benetton, empresa fundada em 1965 por Luciano Benetton, e pelos seus irmãos Carlo, Gilberto e Giuliana, está a apostar nos mercados emergentes para sustentar o seu ritmo de crescimento.


Quem não se recorda das famosas campanhas publicitárias de Olivero Toscani? De facto, foi muito através delas que a marca italiana se elevou ao "estrelato". As campanhas da Benetton fizeram história no mundo da publicidade através da utilização de imagens controversas e pela multi-racialidade com que exprimem os valores da marca italiana.


Na altura, a utilização de modelos africanos e asiáticos no mundo da moda foi uma verdadeira revolução, que desta forma ilustrava a identidade multi-cultural das suas criações. A juntar aos elementos icónicos e gráficos, as campanhas traziam o slogan da marca com uma mensagem clara e de reforço: United Colours of Benetton.


O lema “United Colours of Benetton” assume-se agora como um desígnio estratégico para a marca que está a desenvolver um plano estratégico global que lhe permita voltar à ribalta do mundo da moda.


O grupo passará a apostar em cinco mercados emergentes para garantir a sustentabilidade do seu crescimento: Índia, China, Turquia, México e os mercados de Leste. A viragem da marca para os mercados emergentes surge numa altura em que o arrefecimento económico nos mercados tradicionais põe em risco os planos de crescimento dos italianos.
A Benetton espera que o volume de negócios nestes mercados cresça dos 100 milhões de euros actuais para os 300. Em termos de números de lojas, o valor passará para perto das 1.200 face às 500 actuais.


Estes valores significarão que os mercados eleitos serão o principal motor de crescimento durante os próximos anos, esperando-se que em 2008 a empresa cresça 8% em vendas e 7% em resultados líquidos.


Este foco nos mercados emergentes surge numa altura em que os retalhistas de moda comecem a sentir os efeitos do abrandamento económico europeu e americano.


Deste modo, a aposta da Benetton nos mercados emergentes é bastante positiva para as perspectivas da marca italiana. Os mercados em causa têm uma margem de contribuição muito reduzida para os resultados da casa italiana pelo que, dado o seu imenso potencial de crescimento, Rússia, Índia e China poderão ser alavancas importantes para o crescimento.

No calçado desportivo, a Ásia é a número 1






A Yue Yuen, que fornece a norte-americana Nike e as alemãs adidas e Puma, e que é o maior produtor do mundo de calçado desportivo, tem como seu principal mercado a Ásia. Apesar de uma conjuntura internacional desfavorável, a empresa viu os seus lucros aumentarem 23,4%, para os 209,3 milhões de dólares.








As vendas no mercado asiático representam já 37,8% das vendas, ao passo que o mercado Norte-Americano se situa nos 31,2%.

A Yuen prevê ainda que o crescimento das vendas de calçado e as operações de retalho na China continue a beneficiar da consolidação de actividades da indústria transformadora e dos gastos dos consumidores chineses.


Crise? Não vás para fora cá dentro. Vai mesmo para fora lá fora. Internacionaliza-te, arrisca!!! O mundo é já ali

Fonte: Portugal Têxtil

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

NOVOS HÁBITOS DE CONSUMO NA CHINA

Para quem pensa que estamos a falar de um país do terceiro mundo, engana-se!!!! Há muito que a China deixou de o ser. Muito em breve olharemos para este gigante económico como um ex-país emergente para o olharmos como uma potencia da economia mundial.


















Também no consumo, os comportamentos dos chineses estão a mudar. Para atender aos desejos e necessidades dos consumidores, as empresas precisam estar sempre a desenvolver estratégias de Marketing para atrair a sua população, população essa cada vez mais exigente. Os chineses estão a aderir a novos hábitos de consumo, a preocupação com o meio ambiente está a crescer, e o cuidado com a saúde e bem-estar são as novas tendências entre os consumidores.Com 1300 milhões de pessoas e um crescimento superior a 10% nos últimos cinco anos, a China representa um enorme potencial de consumo. É baseado nesse crescimento que inúmeras empresas estão a criar ações para alavancar as vendas.















Na China de hoje, os consumidores procuram bastante mais que atributos funcionais. A importância do design cresce em todas as categorias de produto e torna-se um factor decisivo para a diferenciação das marcas.A preocupação com a saúde e bem-estar, por exemplo, aumenta a cada dia e abre um leque de oportunidades para as empresas. Uma pesquisa realizada pela TNS apontou que os chineses são atentos às questões saudáveis. Cerca de 80% da população considera que ser saudável é a principal característica avaliada na compra de alimentos. Quase 60% declararam ter a intenção de pagar mais por comidas saudáveis.Outro segmento que vem ganhando espaço no mercado é a procura por produtos de luxo. Os chineses desejam destacar-se da massa através da compra de produtos e serviços exclusivos e requintados. De acordo o estudo The China Source Book, a China será responsável por 25% do mercado de luxo em 2016. Actualmente, este mercado representa 12% do consumo de luxo Global.Os hipermercados também estão a criar uma nova cultura de compras na China. Com lojas que ultrapassam 4 mil m2 e com uma infinidade de produtos, fazer compras está a transformar-se num passeio para os chineses da classe média. Além de estratégias tradicionais como localização e preço baixo, os hipermercados adoraram o “Total shopping experience”, que incorpora ao espaço restaurantes, cinemas, lojas de departamentos e cafés (lá como cá...)

MARKETING PESSOAL